quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Seattle Central Library (Parte II)



Seattle Central Library (Parte II)


Cada vez mais o espaço público foi substituído por acomodações de quase-públicas, que embora sugerindo um convite aberto, na verdade, para entrar é necessário pagar, por aquilo que na essência de público deveria ser de livre acesso.






 


Flexibilidade é uma constante no programa da biblioteca. Concebida de “pisos genéricos” em que podem acontecer diversas atividades simultaneas.


Com o surgimento de novas mídias, a “biblioteca” parece ameaçada, como uma fortaleza pronta para ser tomada por uma horda de saqueadores tecnológicos. Neste senário abstrato, a eletrônica se torna o bárbaro, sua onipresença, intangível e sua acessibilidade incontrolável parece representar uma perda do controle de todo acervo da civilização. Em resposta a “biblioteca”, tornou-se defensiva, proclama sua responsabilidade social.


A “biblioteca” está intimamente ligada aos valores conceituais do livro: ela é a sua fortaleza, os bibliotecários são seus guardiões. O desafio foi redefinir a biblioteca como uma instituição não mais exclusivamente dedicada a ele, mas como um local de armazenamento de informações, onde todas as formas de mídias são acessíveis.
 

 

Novos e antigos são apresentados igualmente e de forma legível. Numa era onde a informação pode ser acessada em qualquer lugar, é a simultaneidade de todos os meios e (mais importante) a curadoria do conteúdo que faz a biblioteca um equipamento primordial.
 
 


 

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