quarta-feira, 22 de junho de 2011

Você estuda arquitetura?...


VOCÊ SABE QUE ESTUDA ARQUITETURA QUANDO...

1.  Você não tem mais vergonha de babar durante as aulas,especialmente nas de Sistemas Estruturais.
2. Café e coca cola não são guloseimas, mas ferramentas de trabalho.
3. Você briga com objetos inanimados
4. Seu irmão ou irmã pensa que é filho único.
5. Você não é visto em público.
6. Você usou um filme ou um cartao inteiro para fotografar uma calçada.
7. Você recicla todo o seu lixo fazendo maquetes.
8. Você se sente ofendido quando alguém te oferece uma caneta bic.
9. Você toma café da manhã , almoça e janta em uma mesma refeição.
10. Você vê os feriados apenas como mais uns dias para colocar seu trabalho em dia.
11. Você tem mais fotografias de prédios do que de pessoas.
12. Você leva seu namorado(a) em uma construção.
13. Você percebe que curvas francesas não são tão legais assim.
14. Você pode viver sem contato humano, sem comida,sem luz do dia, mas se não consegue plotar é um CAOS!
15. Você carrega tanta coisa que parece um muambeiro 

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Estímulo aos iniciantes na Arquitetura

Desenho Fiesp de Eduardo Bajzek

Aos iniciantes  na Arquitetura

Na história da humanidade, a arquitetura sempre esteve presente de uma maneira ou de outra, seja como uma forma de manifestação cultural; seja como manifestação artística; uma técnica de construção; ou mais recentemente quando ganhou características na produção, construção e formulação de nossas cidades.

São estas cidades que estão determinando o nível de desenvolvimento humano dos países. O planejamento e construção destas cidades é uma das atribuições destes profissionais e, diria inclusive que o futuro do Brasil depende também dos seus Arquitetos Urbanistas.

Os Arquitetos Urbanistas são pessoas dotadas de habilidades múltiplas com linguagem projetual, e que transitam entre as Ciências Exatas, Ciências Humanas e Sociais aplicadas, não desconsiderando também a necessidade em se conhecer, conviver e enfrentar questões pertinentes à área da saúde.

Os Arquitetos enfrentam estes desafios com sabedoria e determinação, para que possam atuar na prática profissional como agentes responsáveis pela parcela que lhes cabe na sociedade. Sejam críticos contumazes dos seus atos para que nunca se afastem dos objetivos, quer estejam exercendo funções em empresas privadas ou servindo em repartições públicas.  A profissão não se limita ao gerenciamento de empreendimentos, as técnicas de planejamento e construção, organização, direção e controle de obras e projetos, criação de novos empregos, preservação do meio ambiente, a melhoria da qualidade de vida humana; mas fazer com que a profissão esteja a disposição e a serviço de todos.

Disse o Arquiteto Romano Marco Vitrúvio, um dos primeiros homens a ousar escrever sobre arquitetura ainda no século I DC, que “a ciência do arquiteto é ornada por muitos conhecimentos e saberes variados, pelos critérios da qual são julgadas todas as obras das demais artes. Ela nasce da prática e da teoria”. Para ele a “prática é o exercício constante e freqüente da experimentação, realizada com as mãos. Teoria, por outro lado, é o que permite explicar e demonstrar por meio da relação entre as partes e as coisas realizadas pelo engenho” [POLIÃO, Marco Vitrúvio. Da arquitetura. Editora Hucitec, 2002, p. 49].

Lúcio Costa insiste dizendo: "arquitetura é uma manifestação tolhida das artes e que tudo não passa de cenografia quando ela se perde em intenções meramente decorativas. Mas a intenção plástica é o que distingue arquitetura de uma simples construção.  Pode-se então definir a arquitetura como construção concedida com o propósito de organizar e ordenar plasticamente o espaço e os volumes decorrentes, em função de uma determinada época, de um determinado meio, de uma determinada técnica e de uma determinada intenção” [COSTA, Lúcio. Arquitetura. Rio de Janeiro, Editora José Olympio, 2002, p. 21].

Boa sorte e perseverança!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Restauração de Mármores

Restauração de Mármores

Pisos de mármores são especialmente vulneráveis à ação de uso com o tempo e nem por isso precisamos abrir mão de usar um material tão variado em cores e desenhos naturais que só valorizam o acabamento a que se destinam.














Quando as marcas do uso apagarem o “brilho” deste material,  saiba que é possível recuperar e conservá-lo por mais tempo com a aplicação de resinas poliuretanas.

O serviço é executado com um sistema de maquinas do tipo enceradeiras e produtos especiais para tratamento de pedras naturais.  No polimento e restauro de mármores, granitos e granilites, utiliza-se um processo de base de água sem pó ou sujeira. No acabamento são usados produtos polidores em pó para pedras, tudo visando a proteção e impermeabilização do material.

















A preparação da superfície se dá com a lavagem com máquina e removedores  desengordurantes neutros e água, para retirar qualquer vestígio de gorduras ou ceras. Após este processo, se algumas falhas no rejunte ou até mesmo na pedra aparecerem, basta calafetá-los com massa plástica misturada ao mesmo pó da pedra e depois retirar o excesso com uma lixadeira manual.














Já com superfície limpa, aplica-se a resina (base de água ou bi-componente) com um rolo de pelos curtos. O efeito é gratificante, devolve o esplendor da riqueza de detalhes que estes materiais conferem aos ambientes. 

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Energia Solar Residencial

Energia Solar Residencial

A instalação do sistema para aproveitamento da energia solar em residências vem se popularizando nos últimos anos. Para sua instalação é necessário procurar uma empresa ou profissional especializado para avaliar a residência e fazer um projeto com as reformas e equipamentos necessários. O ideal é pensar na utilização da energia solar antes de construir a casa. Mas isso não impede que o sistema seja instalado em uma casa já construida.


A captação da energia solar para aquecimento da água utilizada em chuveiros, torneiras e banheiras é o uso residencial mais comum da energia solar e os custos de implantação são muito menores do que as pessoas pensam.

O sistema de aquecedores solares permite economizar com a conta de energia elétrica utilizando uma fonte de energia renovável que contribui para a preservação dos recursos naturais do planeta.

Em termos gerais o equipamento necessário se resume a painel solar e reservatório térmico (boiler). Além disso são utilizados timer, válvula anticongelante, termostato e tubulação especial para água quente.


O custo total depende do tamanho da casa e da quantidade de pontos de saída de água quente (torneiras, chuveiros, etc). A quantidade de painéis solares e o tamanho do boiler são definidos em função da quantidade de moradores da residência.Uma casa, por exemplo, com dois moradores, dois banheiros e umas 4 torneiras de água quente pode utilizar um boiler de 300 a 400 litros.


Especialistas calculam que o custo de instalação do sistema de energia solar residencial costuma se pagar em até um ano e meio após a instalação.




segunda-feira, 18 de abril de 2011

Lareiras

Lareiras

O inverno está chegando e que tal você curtir um clima aconchegante e romântico ou reunir a família e amigos em torno do fogo de uma lareira? Haja vista que o fogo vivo e flamejante é uma das mais aprazíveis e gratificantes utilidades do lar desde a pré-história no convívio entre os seres humanos. Se a sua casa não possui uma, saiba que é possível construir uma. Sim, além de valorizar o ambiente, as lareiras ajudam a criar novos hábitos e aproximando as pessoas.

Lareiras bem projetadas (consulte um arquiteto) elevam a temperatura e reduzem a umidade relativa do ar dando uma sensação de conforto para as pessoas que estão no ambiente. Ela deve estar dimensionada de acordo com o tamanho, o uso do ambiente e com o estilo arquitetônico de sua casa.

As lareiras podem variar, quanto ao modo de aquecimento como, por exemplo, à lenha, à gás e elétrico.

O aquecimento à lenha é o mais tradicional e porque não dizer, romântico e trabalhoso. É o menos indicado para centros urbanos, onde a dificuldade de encontrar lenha e armazená-la pode ser um problema. 

Os aquecimentos à gás ou elétrico são muito práticos e não requerem, necessariamente o uso de chaminés. Essas podem ser instaladas com facilidade em qualquer ambiente, em apartamentos ou varandas, basta ter um ponto de eletricidade ou gás por perto. Nos dois casos, usa-se colocar uma falsa lenha feita de cimento refratário ou cerâmica para dar um aspecto bastante convincente. O que é ecologicamente correto por não consumirem lenha, não soltar fumaça e o calor produzido é 100% aproveitado, diferente das convencionais onde 75% do calor é perdido devido a necessidade de exaustão.


É preciso, entretanto tomar alguns cuidados. O caso do aquecimento elétrico, atenção especial deve ser dada ao quadro de distribuição de energia, verifique se essa demanda foi prevista na instalação. Já o caso do aquecimento à gás, não deixe de manter uma mínima ventilação permanente no ambiente, por questão de segurança. Alguns fabricantes destas lareiras as fornecem com sensores que se, o nível de oxigênio do ambiente estiver baixo ou se o fogo apagar de repente, a lareira desliga automaticamente, evitando maiores transtornos.
 

  













sexta-feira, 15 de abril de 2011

Processo de Elaboração

Processo de Elaboração

                                             Perspectiva Volumétrica                       Croqui experimental dos elementos construtivos                                                 

Conversando comum amigo, debatemos a respeito de como cada um definia os elementos construtivos de uma fachada. A partir de que ponto passamos a visualizar no desenho o que até então está apenas em nossos pensamentos (o partido do projeto).

Após ouvir seus argumentos,  todos com muita lógica,  mas de processamento diverso do que eu emprego,  ele me disse que hoje em dia os arquitetos não usam mais tanto o desenho "a mão" como meio de estudo de possibilidades pois leva muito tempo e custa trabalho...

Discordando ainda, resolvi mostrar um caso em que empreguei aquilo que defendia, e agora compartilho com você, que me visita no blog.

No meu caso, após definir a volumetria (resultado do plano de necessidades e implantação),  o passo seguinte é estabelecer a vista em perspectiva que melhor proveito tem para defender os parametros estéticos que comporão o projeto propriamente dito; o caso dos desenhos acima é um exemplo do que digo.

Em uma etapa seguinte é bem provável que em detrimento do projeto, venham a ocorrer diversos ajuste à esta idéia inicial,  mas a caracteristica permanece..

  Perspectiva traçada com esquadro 

terça-feira, 12 de abril de 2011

Esquadrias de PVC

Esquadrias de PVC


Esquadrias em PVC vêm conquistando uma parcela cada vez maior no mercado da construção civil, principalmente nas obras de alto padrão, onde mais de 60% das novas construções as utilizam.

 

A principal vantagem destas esquadrias é a grande resistência mecânica garantida pelo uso de alma de aço, que devido a resistência possibilita fechar grandes vãos sem grandes restrições no aspecto geral. Sendo montadas com rigoroso controle de qualidade em todas as etapas do processo de produção, conforme norma da (ABNT 02:111.04-011), através do processo chamado  termo-fusão onde a estanqueidade é garantida.

Outra vantagem relevante do PVC é a eliminação de gastos com manutenção e pintura, assegurando a melhor relação custo x benefício entre todos os materiais utilizados em esquadrias.  O tempo de vida útil de um perfil de PVC gira em torno de 35 a 40 anos.


Os perfis de PVC são produzidos com proteção UV (Raios Ultra Violeta) possuem normalmente garantia de 10 anos, não necessitam de pintura, não são inflamáveis, mas sim auto-extingüíveis, permitem o isolamento térmico e acústico, além é claro de serem ecologicamente corretas pois o PVC é totalmente reciclável e não elimina substâncias tóxicas, portanto não prejudica o meio ambiente.
Algumas empresas fabricantes de esquadrias de PVC. 

terça-feira, 5 de abril de 2011

Expolux 2012

Confirmado: Expolux será realizada em 2012.


Ainda sem data definida, a Expolux 2012 apresentará inovações e a mais alta tecnologia dirigida ao setor de iluminação, abrangendo produtos para iluminação residencial, industrial e pública, a feira em sua 13ª edição é considerada a principal vitrine do segmento, como o maior e mais importante ponto de referência da indústria de iluminação na América do Sul.

Na sua edição passada, que ocorreu simultaneamente com a FEICON-BATIMAT,  foram apresentadas soluções que somam economia e combinam a melhor performance do produto com o cuidado crescente do segmento com o meio ambiente, uma constante nos lançamentos da Feira este ano.

A Expolux vem se tornando a principal mostra do mercado para profissionais que, em suas atividades, necessitam entrar em contato com as tendências e as novas tecnologias, que cercam o universo da iluminação. São arquitetos, engenheiros, decoradores dentre outros que têm a oportunidade de conhecer em primeira mão as novidades reservadas pelo setor para o evento.



sábado, 5 de março de 2011

Materiais externos

Materiais externos



Voltei um dia destes da casa da praia pensando...

O sol, o sal e a umidade da maresia... são fatores que danificam os móveis e os tratamentos de superfícies externas de tal maneira que sempre há alguma coisa para se reparar.

O caso da madeira, é um clássico.


As madeiras mais resinosas, como a Peróba, a Sucupira e o Angelim, que graças à sua concentração de óleos naturais, é mais resistente para uso ao ar livre, algumas podem durar até 30 anos sem muito cuidado. Outras variedades como o Frejó, o Cedro e o Jatobá, quando devidamente tratados chegam a durar 20 anos sem grandes cuidados.

O mais comum e frequentemente é apenas  limpar o pó e lavar com água e sabão, no entanto, o desgaste natural da superficie tratada expõe os poros da madeira à fungos e a umidade,  resultando na sua aparencia opaca e manchada.

Como manter sem precisar reformar? 

Na época da estiagem (inverno geralmente) é o momento propício para, após uma boa lavagem, aplicar óleos específicos para recuperação do brilho e da cor, contribuindo para rehidratar a madeira, pois ela tende a escurecer e adquirir uma tonalidade acinzentada.

Em superficies de contato não é muito aconselhavel o uso de oléos, assentos de bancos e cadeiras por exemplo, existem vernizes especiais com filtro protetor UV, inclusive,  para impedir a formação de manchas.
se for deixar a madeira com aparencia natural pode-se usar Polistein da Sayerlack ou um verniz com silicone também da Sayerlack , jamais use verniz comum.

As manchas não saem mais? Então chegou a hora da reforma ...  lixar é o recurso,  e também pode-se pintar com alguma cor,  usando primeiro um selador (155 Renner)  e aplicando a tinta na cor que desejar. Minha dica é o Pinta-Tudo, também da Renner, para exterior, é uma tinta a base de agua, um produto com exelentes resultados e de facil aplicação, quem usar poderá atestar.




quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O Projeto de Arquitetura.

O Projeto de Arquitetura.

O que deveria ser objeto de estudos e propostas tem sido muitas vezes motivo de desavenças, concorrências nada transparentes entre micros, médios e macro escritórios de arquitetura.

O projeto deveria ser o resultado do grau da competência do profissional que o elaborou e seu valor estaria dentro do parâmetro do "valor ético" e do “limite razoável” de referencia (as chamadas tabelas dos CREAs e IABs), como um produto confiável, criativo e de qualidade, a um preço acessível. Mas este “valor ético” do produto que não é definido pela categoria (deveria ser, mas não é) e sim pelo vil mercado mal fiscalizado e entregue as mais polemicas estórias de pirataria, tem se mostrado distorcido e questionado muitas vezes.

O vale-tudo nos negócios tem nivelado por baixo os contratos de prestação de serviços por causas de alguns componentes mercadológicos como a concorrência predatória e a guerra de preços, tornando vulnerável o equilíbrio da categoria o que reflete na própria atividade profissional do arquiteto. Muitos passaram de prestadores de serviços liberais para administradores de uma extensa estrutura de serviços com base tecnológica informatizada, envolvendo altos investimentos em equipamentos e programas, atualizações dos softwares e hardwares, capacitação de colaboradores, seguros por exemplo. Eles pressupõe um enfoque econômico de negócio de alto custo ao invés de considerar o retorno sobre o investimento, amortização, depreciação e outros parâmetros de administração que avaliam melhor o resultado e, portanto desonerando o custo inicial em detrimento do resultado esperado ou possível.


Nesta realidade o projeto, produto resultado da atividade dos escritórios de arquitetura, enfrenta uma nova realidade que ampliou e agregou novos valores e demandas, não só no espaço edificado, como também em questões de gerenciamento, meio ambiente, segurança, qualidade por exemplo, exigindo novos e constantes investimentos na infra-estrutura operacional e estratégica dos escritórios.


Os recém formados e com menos experiência reclamam do ensino, os formados há algum tempo reclamam das tabelas oficiais. As tabelas dos IABs regionais, dos sindicatos e da própria Asbea costumam estabelecer percentuais da ordem de 10 a 15 por cento sobre o custo total da obra. Na prática, porém, vale quem tem maior prestígio, mais experiência e por vezes maior “visibilidade social”. Criticam-se também os chamados "atravessadores" que surgem oferecendo serviços por preços muito menores, em especial nos casos de concorrências públicas. Nesse caso, os tais 10% podem chegar a baixar a 3% e até menos que isso. Para não falar dos projetistas de ocasião, “aqueles” funcionários de órgãos públicos, muitas vezes, que mediante uma quantia abaixo da estabelecidas pelas "tabelas" já mencionadas, assinam projetos elaborados por terceiros sem competência técnica ou habilitação profissional comprovada.


Há de se lembrar que honorário em termos técnicos não é salário, mas valor correspondente à prestação de serviço por parte de um profissional liberal ou intelectual, cujo trabalho autônomo, se distingue de uma tarefa braçal.


O arquiteto enfrenta, para exercer sua atividade primordial que é projetar, grandes desafios de ordem objetiva e subjetiva. O primeiro pode-se dizer o tempo, mensurável, quanto mais ágil for um escritório, menor poderá ser o preço, pois o fator tempo implica em custo. O segundo este sim imensurável é o prestígio, a confiabilidade, a eficácia, a precisão, que sem dúvida pesa. "Quanto mais experiência, maior será a garantia da qualidade do projeto” e, portanto o valor do honorário poderá ser maior.


Também há de se considerar vários tipos de clientes. O cliente de uma encomenda só e o cliente de uma incorporadora ou imobiliária, os projetos únicos e os projetos de grande porte. Alguns preferem trabalhar com nomes de prestígio; outros com nomes competentes não tão conhecidos. Em teoria, o que faria a diferença, em termos de competição de mercado, seriam a qualidade do serviço prestado e a agilidade. Mas ao que parece a credibilidade e trabalho nem sempre são sinônimos e, portanto de recompensa financeira.


O profissional de arquitetura hoje trabalha com projetos de infra-estrutura e questões interdisciplinares como com a engenharia, a saúde, o meio ambiente e os transportes. Somente o CREA prevê vinte atribuições ao profissional de arquitetura, então uma simples tabela de honorários baseada no preço da obra não preenche a necessidades do arquiteto. Pois a atividade fim, o projeto, não é mais a única a exigir competência do profissional. Como mensurar o valor de um estudo de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento, e qual projeto ainda não existe? Como definir o valor para um estudo de impacto ambiental de um determinado projeto? As dimensões de trabalho são tais que vão desde uma simples consultoria ou assessoria técnica, estudos preliminares ou um simples croqui, até levantamentos de dados num leque de possibilidades de prestação de serviços diferenciados em dimensões de trabalho muito variadas.

Concluindo, pobre o projeto que está relegado agora a um segundo plano, frente a tantas questões mercadológicas e políticas, que o fazem parecer apenas mais um monte de papeis necessários a atender editais e outros contratos, sim por incrível que possa parecer há empreendimentos sendo executados com projetos provisórios ainda e não projetos executivos, ao invés de ser a base de discussões que venham a antecipar soluções de problemas que ainda não aconteceram, resultando em menor desperdício, custos, prazos e contendas.